cachoeira
ribeirão
riacho
água
pra me fazer despir a tralha
folha
flor
caule
casca
pra inebriar feito cachaça
mangue
pântano
mato rasteiro
mata fechada
já dá pra ouvir a cigarra
estrela
barro
lua
grão
tudo que não seja televisão
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Você, de touro
você, de touro
que abala minhas placas
catatônicas
me faz ranger os dentes
com febril desejo
você, de ouro
com olhos turquesa
que dilata minha pupila
e aquece meu lençol
você, de novo
sem ter nunca sido um dia
me arrepia em novembro
revigora meu silêncio
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