domingo, 25 de novembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
sábado, 10 de novembro de 2018
Luz solar
Raisa
lê-se Rái-za
muito se confunde
com Raíssa.
Nome russo,
de muita estrada
de chão, asfalto
e ar
Raisa.
lê-se Raio sublime,
face clara da lua
iluminada pelo
Sol.
lê-se Rái-za
muito se confunde
com Raíssa.
Nome russo,
de muita estrada
de chão, asfalto
e ar
Raisa.
lê-se Raio sublime,
face clara da lua
iluminada pelo
Sol.
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Minha mãe anarcopunk
tenho uma mãe anarco punk
ela vem dos índios paraná
e das sendas da itália
tenho uma mãe anarco punk
vem das tribos de longe
perto pra ficar aqui
tenho mãe anarco punk
raio frio em dia áspero
minha mãe anarco
vem de longe
pra levar a treva nos planetas remotos
minha mae
suave como um tigre
descansa quando a hiena dorme
ela vem dos índios paraná
e das sendas da itália
tenho uma mãe anarco punk
vem das tribos de longe
perto pra ficar aqui
tenho mãe anarco punk
raio frio em dia áspero
minha mãe anarco
vem de longe
pra levar a treva nos planetas remotos
minha mae
suave como um tigre
descansa quando a hiena dorme
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Quando os lobos começam a ouviar
É preciso descer as estepes
Encontrar na planície onde os lobos estão
E então, uivar em uníssono.
Trazer da Bolívia o que precisam os seres das cachoeiras daqui.
Cantar contra o medo
Trovejar nossos violões
Soprar a flauta andina e trazer de volta a nossa tempestade.
Segurar nosso dedo
E encher os pulmões ao jorrar luz pelos olhos
É tempo de comungar o chão
Fertilizar nossos sonhos.
Encontrar na planície onde os lobos estão
E então, uivar em uníssono.
Trazer da Bolívia o que precisam os seres das cachoeiras daqui.
Cantar contra o medo
Trovejar nossos violões
Soprar a flauta andina e trazer de volta a nossa tempestade.
Segurar nosso dedo
E encher os pulmões ao jorrar luz pelos olhos
É tempo de comungar o chão
Fertilizar nossos sonhos.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
O meio é a boa sacanagem
viva razoável
o caminho é o ponderado
vai ser legal ficar
pegar a ultima banda
o caminho é o ponderado
vai ser legal ficar
pegar a ultima banda
terça-feira, 17 de julho de 2018
4 da manhã Brásblues
Parabéns pra vc' de Aydar Playboy
toca alto no homem do som
esquina da monsenhor de andrade
com rua sao caetano
Brás
o baião sai quente desde as 4 da manhã
shopping apa
bolívia
paraguai
china
o carreteiro de Nigéria
Cristofer.
Jaílson e Jefferson carreteiros
filhos de Tiririca do baião nordeste
passa as bancas
as pessoas
os lixos
produtos
lojas lenços
manequins
atravessa a rua
gente
muita gente
Brasil
cerra a testa
aperto os olhos
objetivo
senta,
o café.
toca alto no homem do som
esquina da monsenhor de andrade
com rua sao caetano
Brás
o baião sai quente desde as 4 da manhã
shopping apa
bolívia
paraguai
china
o carreteiro de Nigéria
Cristofer.
Jaílson e Jefferson carreteiros
filhos de Tiririca do baião nordeste
passa as bancas
as pessoas
os lixos
produtos
lojas lenços
manequins
atravessa a rua
gente
muita gente
Brasil
cerra a testa
aperto os olhos
objetivo
senta,
o café.
quarta-feira, 23 de maio de 2018
É noite aqui
meias se bezuntam
na poeira do ar
paredes amarelas
exaustas de ouvir
mariposas que pousam
em seu leito de morte
vela que acende
no princípio da sorte
na poeira do ar
paredes amarelas
exaustas de ouvir
mariposas que pousam
em seu leito de morte
vela que acende
no princípio da sorte
quinta-feira, 8 de março de 2018
Infernal
No tempo de Jesus, a tortura seguida de morte era exposta ao público. Mães, familiares, concidadãos, o povo de todas as classes acompanhavam o evento fúnebre.
No tempo da ditadura contemporãnea, a tortura seguida de morte é velada em seus porões. Neste caso não são mães que verão seus filhos torturados e mortos, serão os filhos das mães, torturadas e mortas, filhos e filhas crianças, a ver o resultado agonizante de sua mãe. Num quarto escuro, preenchido pelo mais úmido e podre cheiro de sangue, pelo som aterrador da alma onde ecoa o choro infernal.
No tempo da ditadura contemporãnea, a tortura seguida de morte é velada em seus porões. Neste caso não são mães que verão seus filhos torturados e mortos, serão os filhos das mães, torturadas e mortas, filhos e filhas crianças, a ver o resultado agonizante de sua mãe. Num quarto escuro, preenchido pelo mais úmido e podre cheiro de sangue, pelo som aterrador da alma onde ecoa o choro infernal.
Assinar:
Postagens (Atom)
