É preciso descer as estepes
Encontrar na planície onde os lobos estão
E então, uivar em uníssono.
Trazer da Bolívia o que precisam os seres das cachoeiras daqui.
Cantar contra o medo
Trovejar nossos violões
Soprar a flauta andina e trazer de volta a nossa tempestade.
Segurar nosso dedo
E encher os pulmões ao jorrar luz pelos olhos
É tempo de comungar o chão
Fertilizar nossos sonhos.
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