terça-feira, 25 de maio de 2010

Da alma.















Não há nada mais admirável do que brincar de Deus. Eu paro, é noite, é algo que surge. É madrugada dentro de mim. Mundo que se converte num só pensamento. A felicidade não é infinita, tampouco absoluta. Felicidade é momento que te alimenta na eternidade de alguns segundos. Parar para escrever, meio a toda revolução externa, meio ao caos diário e a tempestade do dia. E é noite. Eu sei. É nela que ponho minha cabeça ao colo. Estão nos dedos todo meu fervor. Estão nas palavras tudo que é válido para o agora. É todo meu legado em algumas frases, em alguns suspiros. Eu erro e erro sempre, na busca frustante da perfeição. Os erros lapidam minha jornada. O diamante irregular de minha existência. Quando sinto a verdade correndo baixo pelos meus sentidos e, com firmeza, a redação afora, brinco um pouco de Deus, é boa ventura humana em atividade. Exalar de sabedoria, breve, acaso. Alívio da alma.

3 comentários:

  1. Errar...errar...errar
    cada vez menos!
    Ouvir, pensar, sentir e
    agir!
    Assim sao os homens de bem;
    sábio é,
    quem raciocina na logica perfeita em ser Deus!

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  2. Apareci! Eu disse que ia dar uma passada e cá estou.
    Brincar de Deus é perigoso, olha lá.

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Apareça!