Uma menina que veio, seguindo o desenho traçado,
encontrou-me na esquina da despretensão
e, ali, nos meus braços, ficou.
A semente vingou,
deu época, deu razão, deu fruto.
O Sol explodia em motivos para luzir o que
era naturalmente belo. E é belo.
Como qualquer coisa que floresce da natureza.
Eu sei que o tempo é um soluço e, a cada soluço,
a gente encaixa um jeito de dar alguns goles.
Uma vez que a fonte é infindável,
água é fonte de vida e rega a nossa razão.
Talvez o mundo não saiba, talvez não precise saber...
Mas aquela semente semeou o que de mais necessário
este ser humano buscava, a flor viva que nasce e morre
no meu peito.

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