Para fertilizar este meu solo
É preciso limpar tudo o que sobrou da última colheita
Recolher as palhas podres e rastelar a terra suja,
um plantio direto não seria vindouro
Esticar os braços ao trabalho
Esperar a Lua certa
Para a semente germinar
Que uma safra venha cheia
E que a ceia seja farta
Quando a seara então vingar
Não será de toda eterna,
certa que é humana
Cabe a mim, deitar a mão à enxada
Firmar os olhos no horizonte
Lavrar amor, pra que nada falte.
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