domingo, 29 de agosto de 2010
Pega de surpresa, calou.
Dos casos que ela teve nunca me dei ao luxo de me dar. Tendo dito que são, os casos, de propriedade dela, nada tenho eu a ver com isso. Nunca precisei de histórico e ficha de cartório pra viver o presente. O presente continua me parecendo um pacote. Um pacote que vai se abrindo aos poucos, e o que tiver nele é interessante que colha aquilo que lhe convém. Este pacote que ela representava me agrada até os dias de hoje. É porque a colheita é sempre agradável, sempre foi. Cuido muito que seja assim sempre. É que vim falar do deslize que me pegou, de repente, e andei a vasculhar casos que não tenho direito, tanto de averiguação quanto de intervenção, e junto com o deslize inicial, uma bola de neve ganhou tamanho e veio a rolar montanha a baixo, mesmo que a bola não tenha lá muita água. Só não queria deixar o deslize virar loucura, por isso esforço minha lucidez por aqui e digo sobre o hábito - que não deveria ser hábito, pela leviandade de ação - de dizer amar alguém. Uma vez leviano, o tal hábito, parei-me de consolo. Comigo não foi tão fácil dizer amor. No segundo momento eu paro e contento: comigo ela se fez admirar a si mesma, pega de surpresa, calou.
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MTU CUTI CUTI O NOVO VISU DO SEU BROG
ResponderExcluirHAHA! O MO DEUSU!
ResponderExcluirvocê tem talento.
ResponderExcluirpodíamos compor canções sertanejas juntos, o que me diz?
tou querendo explorar novos horizontes.. haha
ah! favoritar-te-ei!
ResponderExcluirSó faço modão! :]
ResponderExcluirPega o multitônico de cara nova, todo na moda "nude". hauahua
ResponderExcluirEsse texto é mítico! :P
Nossa, adorei essa, muito boa Yuri!
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